Um estudo das agências espaciais da Europa, Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Índia chegou a conclusão que as orbitas satelitizais estão se tornando extremamente perigosas ao se projetar o seu uso durante os próximos 200 anos.O problema está na quantidade de dejetos espaciais em órbita da Terra em altitudes de até 2.000 quilômetros sendo que os objetos mais comprometedores estão em altitudes que variam entre 700 e 1.000 quilômetros.
O estudo mostra que esta é a zona onde operam os satélite que enviam dados cruciais à Terra e é justamente nesta zona que se prevê o aumento de objetos errantes com até 10 centímetros de tamanho.
As colisões de objetos nestas órbitas deve ocasionar um aumento entre 19 e 36 por cento do número destes objetos perigosos, sendo que esta é uma previsão otimista, levando-se em consideração que as agências tomariam medidas para conter o aumento do número de colisões destes objetos em órbita.
Acontece que nenhuma das agências está fazendo nada para recolher estes objetos desativados que estão em órbita e com isto mais e mais colisões estão ocorrendo.
Para piorar os objetos em órbita nestas altitudes ainda incluem estágios de foguetes que ainda contém quantidades razoáveis de combustível, tanques de pressão e também baterias de satélites e outros objetos desativados que quando expostas a radiações em órbita acabam por explodir podendo provocar acidentes.
As agências dizem que as explosões das baterias e tanques de pressão são comuns em órbita.
Os cientistas dizem que as medidas de contenção do aumento do lixo espacial pode funcionar para conter colisões e catástrofes espaciais se forem implementadas num prazo máximo de 25 anos.
As explosões dos objetos citados devem cessar nesse prazo, no entanto o aumento da quantidade de lixo espacial por causa destas explosões e colisões pode deixar estas órbitas inutilizadas nos próximos dois séculos.

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